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Restaurante O Franguinho apresenta o FESTIVAL DO MARISCO de Olhão


O Festival do Marisco 2018...

A Cidade Cubista de Olhão é um ponto com referência especial na rota turística do Algarve.
A tipicidade das suas gentes, a exótica arquitectura, a gastronomia e as suas ilhas, são só por si razões para uma visita.
Mais uma vez convidamo-lo a visitar o Festival do Marisco, entre 10 e 15 de agosto de 2018, realizado no Jardim Pescador Olhanense, junto à Ria Formosa.
Os mariscos apresentados na sua grande variedade e cozinhados de forma tradicional, a doçaria regional, o artesanato e os espectáculos preenchem um cartaz turístico por excelência.

O restaurante Marisqueira O Franguinho
vai estar presente no Festival do Marisco de 2018 entre 10 e 15 de agosto de 2018, contamos com a sua visita no nosso Stand.

Horário de abertura e encerramento:
diáriamente entre 19h30-01h30

Preços de entradas:
Adultos
Dias 10, 11 e 12 -    7 €uros
Dia 13, 14 e 15 -      9 €uros

Crianças (dos 7 aos 12 anos)
Dia 10, 11 e 12 -      3,5 €uros
Dia 13, 14 e 15 -      4,5 €uros
Até aos 6 anos de idade entrada grátis, desde que acompanhados por um adulto.
 
Bilhete Festival (pack para os 6 dias)
Dia 10 a 15 - Adultos 42€
Dia 10 a 15 - Crianças 21€
Bilhete semanal deverá se aquirido através de rede da Ticketline. 

Os bilhetes poderão ser adquiridos nas bilheteiras existentes no recinto do Festival ou, brevemente, através da Ticketline.

Em 2010, Agir lançou o seu disco de estreia, "Agir".
O segundo álbum, "Leva-me a Sério", foi editado em 2015, e tornou-se um grande sucesso, atingindo o nº 1 do top português de álbuns, acabando por lhe ser atribuído o galardão de platina. Inclui temas como "Are You Ready?", "Tempo É Dinheiro" e "Como Ela É Bela".
"Manto de Água", tema lançado no 1º trimestre de 2017, que conta com a colaboração de Ana Moura, é o tema de apresentação do terceiro disco de Agir, “No Fame”.
Seguiram-se os singles "Pensa em Nós", "Minha Flor" e "Até ao Fim", sendo este último uma colaboração com Diogo Piçarra.
Em abril de 2018, lançou dois singles com uma componente mais hip hop, "Falas Demais" e "Vai Madonna!!!". “No Fame”, foi lançado em maio, e inclui os singles "Manto de Água", "Minha Flor", "Até ao Fim", "Falas Demais" e "Vai Madonna!!!".

Foi convidado pelo realizador Manoel de Oliveira para protagonista masculino do filme “A Carta”, rodado em Paris, Itália, Nova Iorque, Lisboa e Londres, e Grande Prémio do Júri em Cannes.
As suas canções são gravadas e interpretadas no Brasil por artistas como Caetano Veloso, Maria Bethânia, Lenine, Zélia Duncan, Elba Ramalho, Zeca Baleiro, Sandra de Sá, Syang, Rio Soul, Edson Cordeiro, entre outros.
Em 2013, sete álbuns depois, lança um novo trabalho, "Contramão”. Os 11 temas elegem a canção como forma de olhar para o amor, o estado do país, ou, até mesmo, a intolerância religiosa.

“Moura”, o 6.º álbum de Ana Moura, editado em 2015, foi diretamente galardoado com a marca de Disco de Ouro.
Do seu canto, sabemos apenas que nasceu no fado. Nunca saberemos onde termina.

Entre os grandes sucessos de sua discografia estão "Não me deixe só", "Ainda Bem", "Ai, Ai, Ai", "Boa Sorte/Good Luck", "Baú", "Amado", "O Tal Casal", "As Palavras" e mais recentemente "Segue o Som".
Na digressão “Caixinha de Música”, Vanessa da Mata revisita projetos anteriores. Além de faixas inéditas, como a que dá o título ao álbum e à tournée, e “Gente Feliz”, o repertório reúne versões do intimista “Delicadeza”.
A lista vai de “Love Will Tear us Apart”, do grupo britânico Joy Division, a “Mágoas de Caboclo”, conhecida na voz de Orlando Silva. Os sucessos “Ai, Ai, Ai”, ”Não Me Deixe Só” e “Boa Sorte” também estão garantidos.

Chamam-se Calema — expressão que significa especial ondulação na costa africana — e vieram agitar a música em Portugal. Os irmãos Fradique e António Mendes Ferreira instalaram-se no país há alguns anos, vindos de São Tomé e Príncipe.
Pelo meio, estiveram em França, onde começaram uma carreira profissional como cantores e arrancaram com o fenómeno de sucesso global que se está a tornar a sua música.
O single “A Nossa Vez”, do mais recente disco, “ANV”, soma mais de 37 milhões de visualizações no YouTube.

Mais de 3 décadas depois do arranque, os Xutos & Pontapés são o emblema do que significa rock & roll em português, por portugueses, para portugueses. 
Verdadeiros animais de palco, que vivem para a festa dos concertos que cimentam a sua ligação indestrutível com um público sempre presente à chamada, braços cruzados em X a celebrar a maior longevidade de uma carreira rock em Portugal.
Há 37 anos que é assim e vai continuar a sê-lo: mesmo que já sem Zé Pedro, Tim, Kalú, João Cabeleira e Gui continuam a acreditar na força do rock, na energia de estar em palco e a partilhar estas canções com o público que fez delas, hinos.
Gerações inteiras, pais e filhos, juntos a celebrarem canções que já fazem parte da sua história.